Archive for abril 2009
Viagens, comida… Correria!
Oi, pessoal!
Esse tempo todo que passamos longe foi recheado de novidades. Muita coisa acontece com a gente nessa fase, cada dia aprendendo alguma coisa, fazendo uma coisa nova. Já descobri que minhas mãos servem pra várias coisas além de escrever pra vocês. Posso usá-las pra colocar na boca, ficar babando neles (babar é uma das coisas que mais tenho feito ultimamente), posso usar pra pegar as coisas que eu quero – uma coisa aparentemente simples, mas que eu ainda estou me batendo um pouco pra conseguir – o que é melhor que ficar simplesemente olhando pro que está em minha volta, ou esperar que a mamãe ou o papai limpem minha boca com uma fralda, por exemplo. Aprendi também que, quando seguro as coisas, se eu não quero mais, posso simplesmente jogar elas longe (tá certo que logo depois a mamãe briga, mas eu acho tão legal… hehehe). O que mais que eu posso fazer com elas… beliscar minha mãe, colocar o dedo no olho do meu pai, puxar a toalha da mesa, tentar colocar a mão na comida da mamãe – que ela nunca deixa, não sei porque – brincar com os meus brinquedos, colocar coisas na boca… Nossa! Quanta coisa uma mão pode fazer, né.
Claro que não só de mão vive um menino como eu, tem muita outra coisa acontecendo. Eu sempre viajei muito, vocês sabem, desde que estava dentro da minha mãe. E há uns dias atrás resolvi levar a mamãe pra conhecer algumas pessoas que eu ainda não tinha visto, aqueles tios, tias e primos dela que ainda não tinham vindo me conhecer, e que eu sempre ouvi falar e queria conhecer. Foi minha primeira viagem de avião. Tava ansioso, quase não consegui dormir na noite anterior, porque o papai ficou falando tanto desse tal de avião que a curiosidade foi enorme. No dia de viajar papai se atrasou pra buscar a gente em casa (só pra variar um poquinho) e tivemos que sair correndo pra não perder a hora. Chegamos bem na hora, papai falou com o moço que entregou as passagens, e fomos pra sala esperar o voo. Claro que ele tava nervoso, afinal ía ficar em casa sozinho uma semana, e tava todo choroso, dava pra ver no rosto dele. De tanta vontade que a gente não fosse, conseguiu perder a passagem da mamãe, e teve que sair correndo pra pegar outra com o moço (ainda bem que ele era gente boa – brigadão, tio!). Ele voltou, entregou a passagem pra mamãe pra não perder denovo, me deu um beijão e um abração bem apertado, se despediu da mamãe – parecia que nunca mais ía ver ela, do jeito que se despediu – e a gente entrou naquela salona pra esperar o avião. Como eu tava meio com sono, pedi pra mamãe aquele leitinho gostoso que só ela pode me dar, e fomos pro tal avião. Coisa barulhenta aquilo, ficou tirando a minha atenção o tempo todo, não conseguía nem mamar direito. Mas no final até que achei legal aquilo lá, e depois de um tempo dormi gostoso.
Chegando lá a tia da mamãe foi pegar a gente e fomos pra casa dela. Depois disso foi um tal de mudar de casa, cada dia uma casa diferente, um monte de gente diferente, um lugar quente, abafado, mas cheio de gente legal. Acho que conheci toda a família da mamãe, porque era muita gente. Fui conhecer aonde a vovó da mamãe tá dormindo. Não entendi muito bem o que era aquilo, porque era um lugar que eu não via ninguém, só várias caixonas de cimento no chão, com cruzes, fotos, flores, e a mamãe falou que a vó dela tava lá. Eu fiquei triste, porque não pude ver ela pra agradecer o que ela fez por mim e pela mamãe quando eu tava me formando que ela precisou de ajuda, mas ela sabe que, mesmo sem eu ter visto ela, eu a amo muito, e sempre vou lembrar da voz dela, e de como ela sempre me esperou com tanta alegria. Viajamos para uma outra cidade também, aonde conheci mais uma tia da mamãe. Eu já tava cansado de tanta correria, só pra variar um pouco – eu gosto de viajar, mas depois de um tempo tudo o que eu quero é minha casa e minha cama – a saudade do papai tava apertando, e eu e a mamãe resolvemos voltar pra casa. Mais uma viagem de avião (dessa vez mais tranquilo, porque o papai não tava junto… hehehe), mas como eu tava muito cansado, aquela barulheira do avião me incomodou, e eu passei a viagem toda chorando, incomodando aquele monte de gente que tinha lá comigo. Mas tudo bem, quando saímos de lá, encontramos o papai com um sorriso enorme no rosto, e um lindo buquê de rosas para a mamãe. Acho que nem quando eu nasci vi ele tão feliz, ele me pegou no colo e me deu um abraço tão forte que amassou umas 3 costelas, mas depois de uns 3 dias já conseguía se mexer sem sentir dor… hehehe.
No dia seguinte, foi uma tal de páscoa, um dia que o papai fez um peixe delicioso (foi o que a mamãe falou), que eu pude sentir o gosto pelo leite que a mamãe me deu depois. Ainda não entendi muito bem o que páscoa quer dizer, mas pelo jeito tem a ver com o mesmo cara do meu batizado – é assim que se fala, né? Uma coisa que eu gostei foi que eu ganhei um presente do papai, em formato de ovo, bem colorido. Fiquei brincando um tempão com ele, ó.
Esse tempo todo que passamos longe foi recheado de novidades. Muita coisa acontece com a gente nessa fase, cada dia aprendendo alguma coisa, fazendo uma coisa nova. Já descobri que minhas mãos servem pra várias coisas além de escrever pra vocês. Posso usá-las pra colocar na boca, ficar babando neles (babar é uma das coisas que mais tenho feito ultimamente), posso usar pra pegar as coisas que eu quero – uma coisa aparentemente simples, mas que eu ainda estou me batendo um pouco pra conseguir – o que é melhor que ficar simplesemente olhando pro que está em minha volta, ou esperar que a mamãe ou o papai limpem minha boca com uma fralda, por exemplo. Aprendi também que, quando seguro as coisas, se eu não quero mais, posso simplesmente jogar elas longe (tá certo que logo depois a mamãe briga, mas eu acho tão legal… hehehe). O que mais que eu posso fazer com elas… beliscar minha mãe, colocar o dedo no olho do meu pai, puxar a toalha da mesa, tentar colocar a mão na comida da mamãe – que ela nunca deixa, não sei porque – brincar com os meus brinquedos, colocar coisas na boca… Nossa! Quanta coisa uma mão pode fazer, né.
Claro que não só de mão vive um menino como eu, tem muita outra coisa acontecendo. Eu sempre viajei muito, vocês sabem, desde que estava dentro da minha mãe. E há uns dias atrás resolvi levar a mamãe pra conhecer algumas pessoas que eu ainda não tinha visto, aqueles tios, tias e primos dela que ainda não tinham vindo me conhecer, e que eu sempre ouvi falar e queria conhecer. Foi minha primeira viagem de avião. Tava ansioso, quase não consegui dormir na noite anterior, porque o papai ficou falando tanto desse tal de avião que a curiosidade foi enorme. No dia de viajar papai se atrasou pra buscar a gente em casa (só pra variar um poquinho) e tivemos que sair correndo pra não perder a hora. Chegamos bem na hora, papai falou com o moço que entregou as passagens, e fomos pra sala esperar o voo. Claro que ele tava nervoso, afinal ía ficar em casa sozinho uma semana, e tava todo choroso, dava pra ver no rosto dele. De tanta vontade que a gente não fosse, conseguiu perder a passagem da mamãe, e teve que sair correndo pra pegar outra com o moço (ainda bem que ele era gente boa – brigadão, tio!). Ele voltou, entregou a passagem pra mamãe pra não perder denovo, me deu um beijão e um abração bem apertado, se despediu da mamãe – parecia que nunca mais ía ver ela, do jeito que se despediu – e a gente entrou naquela salona pra esperar o avião. Como eu tava meio com sono, pedi pra mamãe aquele leitinho gostoso que só ela pode me dar, e fomos pro tal avião. Coisa barulhenta aquilo, ficou tirando a minha atenção o tempo todo, não conseguía nem mamar direito. Mas no final até que achei legal aquilo lá, e depois de um tempo dormi gostoso.
Chegando lá a tia da mamãe foi pegar a gente e fomos pra casa dela. Depois disso foi um tal de mudar de casa, cada dia uma casa diferente, um monte de gente diferente, um lugar quente, abafado, mas cheio de gente legal. Acho que conheci toda a família da mamãe, porque era muita gente. Fui conhecer aonde a vovó da mamãe tá dormindo. Não entendi muito bem o que era aquilo, porque era um lugar que eu não via ninguém, só várias caixonas de cimento no chão, com cruzes, fotos, flores, e a mamãe falou que a vó dela tava lá. Eu fiquei triste, porque não pude ver ela pra agradecer o que ela fez por mim e pela mamãe quando eu tava me formando que ela precisou de ajuda, mas ela sabe que, mesmo sem eu ter visto ela, eu a amo muito, e sempre vou lembrar da voz dela, e de como ela sempre me esperou com tanta alegria. Viajamos para uma outra cidade também, aonde conheci mais uma tia da mamãe. Eu já tava cansado de tanta correria, só pra variar um pouco – eu gosto de viajar, mas depois de um tempo tudo o que eu quero é minha casa e minha cama – a saudade do papai tava apertando, e eu e a mamãe resolvemos voltar pra casa. Mais uma viagem de avião (dessa vez mais tranquilo, porque o papai não tava junto… hehehe), mas como eu tava muito cansado, aquela barulheira do avião me incomodou, e eu passei a viagem toda chorando, incomodando aquele monte de gente que tinha lá comigo. Mas tudo bem, quando saímos de lá, encontramos o papai com um sorriso enorme no rosto, e um lindo buquê de rosas para a mamãe. Acho que nem quando eu nasci vi ele tão feliz, ele me pegou no colo e me deu um abraço tão forte que amassou umas 3 costelas, mas depois de uns 3 dias já conseguía se mexer sem sentir dor… hehehe.
No dia seguinte, foi uma tal de páscoa, um dia que o papai fez um peixe delicioso (foi o que a mamãe falou), que eu pude sentir o gosto pelo leite que a mamãe me deu depois. Ainda não entendi muito bem o que páscoa quer dizer, mas pelo jeito tem a ver com o mesmo cara do meu batizado – é assim que se fala, né? Uma coisa que eu gostei foi que eu ganhei um presente do papai, em formato de ovo, bem colorido. Fiquei brincando um tempão com ele, ó.
Papai falou que é cheio de chocolate, que eu vou adorar, mas que eu ainda não posso experimentar… não sei porque, se ele vive dizendo que eu já sou grandão.
Falando em experimentar, minha mãe começou a me dar um monte de coisa diferente. Primeiro foi um tal de suco, uma coisa amarela – meio doce, meio azeda – que ela me deu em um copinho. No começo eu não gostei muito, ainda mais que ela tava me filmando enquanto me dava, mas depois acabei até pedindo mais.
Falando em experimentar, minha mãe começou a me dar um monte de coisa diferente. Primeiro foi um tal de suco, uma coisa amarela – meio doce, meio azeda – que ela me deu em um copinho. No começo eu não gostei muito, ainda mais que ela tava me filmando enquanto me dava, mas depois acabei até pedindo mais.
Depois, no dia seguinte, ela me deu uma coisa sólida, em uma colher, que ela disse que era banana. Nunca tinha sentido uma coisa como aquela na minha boca, uma coisa gosmenta, dura, mas doce. Só que, sei lá, não to acostumado com isso, achei estranho, mas acabei gostando também. E denovo ela tava filmando, ó.
Aí começou a vir uma moça diferente pra cuidar de mim, na verdade duas, mas uma de cada vez. Uma delas eu já conhecía, mas a outra nunca tinha visto. Elas não são tão boas pra cuidar de mim como a minha mãe, mas estão se esforçando bastante, e eu não to achando ruim não. Só fico com saudade porque a mamãe tem passado bastante tempo longe de mim. Além disso, elas me deram uma coisa salgada, uma tal de sopa. Já que to comendo tanta coisa diferente, acabei aceitando mais fácil, mas não é lá minha preferência. Ainda prefiro o leitinho da mamãe… hehehe.
Falando em leitinho, acho que eu vou ficando por aqui e vou pedir um leitinho pra ela, antes que ela saia de casa denovo. Um beijão grande pra todos e até breve (assim espero… hehehe).
MANHÊÊÊÊÊÊÊÊ!!! To com fomeeee!!!!
De casa nova!
Oi pessoal!
Olha só, eu sei que eu demorei, fiquei um tempão sem falar com vocês, mas foi por uma boa causa… eu tava preparando um novo site, bem diferente do que o papai fez quando eu ainda tava me formando (na verdade, bem mais bonito, mas não vamos contar isso pra ninguém pra ele não ficar chateado).
Agora vai ficar muito mais fácil pra falar com vocês, mais simples de me encontrarem por ferramentas de busca… tá certo que eu não sei se vou conseguir falar comn vocês muito mais, porque a correria aqui é grande. Cada dia descobrindo uma coisa nova, fazendo uma coisa diferente, toma muito tempo.
Mas podem ficar tranquilos que, sempre que eu tiver um tempinho, vou contando as novidades pra vocês.
Beijão!


